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Concurso publico para el alquiler de fotocopiadoras (nuevas).

Expediente n.º s-025/1996. por orden del consejero de interior se hace público el siguiente anuncio: objeto del contrato: la contratación que figura en el encabezamiento de este anuncio. presupuesto: el presupuesto máximo de la licitación es de seis millones (6.000.000) de pesetas. declaración de urgencia: el presente expediente ha sido declarado de urgencia por orden del consejero de fecha 5 de diciembre de 1995. plazo de entrega: lo dispuesto en la carátula del pliego de cláusulas administrativas particulares. dependencias: el pliego de cláusulas administrativas particulares y el de prescripciones técnicas, así como demás documentación de interés para los licitadores, se encuentra a su disposición en el Área de contratación de la unidad técnica auxiliar de policía, sita en avda. de algorta, 16, en neguri-getxo (bizkaia). fianza provisional: lo dispuesto en la carátula del pliego de cláusulas administrativas particulares, en cualquiera de las formas reglamentarias. fianza definitiva: lo dispuesto en la carátula del pliego de cláusulas administrativas particulares, en cualquiera de las formas reglamentarias. plazo y lugar de presentación: las ofertas deberán ser entregadas en la sede central de la unidad técnica auxiliar de policía del departamento de interior, Área de contratación, en neguri-getxo (bizkaia), avda. de algorta, 16, antes de las 10:00 horas del día 17 de enero de 1996, en la forma establecida en el art. 100 del reglamento general de contratación, modificado por r.d. 2528/1986, de 28 de noviembre. documentación a presentar: se encuentra detallada en el pliego de cláusulas administrativas particulares. lugar y fecha de apertura: en la sede central de la unidad técnica auxiliar de policía del departamento de interior, Área de contratación, en neguri-getxo (bizkaia), avda. de algorta, 16. cuando dentro del plazo de recepción de ofertas no exista justificante que certifique el envío de las ofertas contractuales por correo, la apertura de proposiciones se llevará a cabo el día 18 de enero de 1996, a las 10:30 horas. vitoria-gasteiz, a 4 de diciembre de 1995. el consejero de interior, juan marÍa atutxa mendiola.

 

Ayudanos en el Foro, con las preguntas de los compañeros

Publicado: 2012-10-03

Temas Matrimoniales de Coordinador de Seguridad

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Miles de felicitaciones a todos los que taraajbron en la pelicula. Realmente muy bien elaborada y emotiva. Mas alla de que son cosas que no suceden a menudo pero uno nunca sabe lo que le puede pasar .

2015-11-19  ìŠ¹ê¸°, 너무 귀엽지 않아요?? ㅎㅎ작년에 한국에 있을 때 즐겨보던 TV 프로 중에 하나에요. 1박 2일!!다음 주에 같이 이 노래 불러 볼까요??No es chulo SeungKi?? jeje..El af1o pasado, cuadno estuve en Corea ese programa es uno de mis favoritos de tele. 1bak 2il..!!Que9 les parece que cantemos esa cancif3n el se1bado que viene??

2012-12-22  Complementando essa vise3o, eu diria que:a) a produe7e3o e9 uma necessidade de qqulauer sociedade para sobreviver;b) sem motivae7e3o, ningue9m produz;c) o lucro, foi acertado, seria a motivae7e3o para produzir;d) mas de motivae7e3o para atender e0 sociedade, passou a objetivo final, transformando o que deveria ser meio incentivo no fanico propf3sito;e) essa dine2mica na qual o cliente tem raze3o (falso) / mas no fundo quem tem raze3o e9 o acionista funcionou e funcionare1 algo do geanero com o controle da meddia, sem ele, a lf3gica sere1 denunciada facilmente;f) a tentativa do comunismo e9 basicamente o fim do lucro, mas, o que fica no lugar e9 a falta de motivae7e3o, o que ne3o nos leva a produe7e3o e o que nos leva a crise;Ou seja, o caminho do mundo 2.0, no qual o cliente quer ter raze3o de novo, e9 a procura de uma recolocae7e3o do lugar do lucro como motivae7e3o e ne3o o fim em si mesmo, o que nos leva a uma revise3o no prf3prio capitalismo.(Passando pela revise3o do modelo do capital que investe em qqulauer coisa para se reproduzir.)c9 isso, pode parecer loucura falar nisso agora, mas lembro que o feudalismo virou capitalismo, numa ruptura da meddia similar, com a oxigenae7e3o social da plataforma de conhecimento do livro impresso.Vivemos algo semelhante, o que nos leva a pensar que em se plantando Internet, ou uma nova meddia de oxigenae7e3o social, deve nascer uma nova civilizae7e3o, como foi no passado.Que dizes?

2012-12-20  This is a neat summary. Thanks for sahrnig!

2012-12-20  Carlos,Em Direito, estuda-se a figrua do Leviate3, o monstro criado pela sociedade para gerir seus interesses. Quando o Estado (Leviate3) se hipertrofia, devora os seus criadores e inverte os interesses coletivos, passando a valer os interesses do Leviate3(Estado hipertrofiado).Como um Estado se hipertrofia?1. pela substituie7e3o do interesse coletivo pelo interesse da classe ou grupo dominante;2. pelo excesso de regulamentae7e3o das atividades sociais;3. pela falta de c9tica e de escrfapulos dos governantes;4. pela alienae7e3o do seu povo, atrave9s do populismo, da ditadura, da manipulae7e3o de dados;5. pelo criminoso cerceamento dos direitos humanos be1sicos: educae7e3o, safade, saneamento, prevideancia social, eleie7e3o livre, acesso e0 informae7e3o e ao conhecimento;6. e muitos mais exemplos, que cada um podere1 acrescentar.Quem je1 viveu mais de quarenta anos no Brasil, lembra-se das idas e vindas da chamada geste3o pfablica . Geste3o pfablica no Brasil tem sido vista como plataforma de ditadores e populistas. Tivemos desburocratizae7e3o ; um decreto lei 200 , instrumento me1gico que resolveria todos os problemas da geste3o pfablica em 1968; outras iniciativas burocre1ticas, mas todas esvaziadas com o passar do tempo. Criamos siglas, INSS, SEPLAN, ANP etc. Criamos Ageancias Reguladoras que nada regulam; criamos Controladorias que nada fiscalizam. Criamos empresas pfablicas para empregar correligione1rios e depois as vendemos em concorreancias nebulosas. Criamos factf3ides, o povo e9 iludido com ufanismo, “panis et circum”, com samba, com futebol, com “pre9-sal”.Para entendermos toda essa probleme1tica, faz-se necesse1rio buscar a Teoria Geral do Estado e encontrar os filf3sofos gregos, Locke, Hobbes, Rousseau, Montesquieu, os contempore2neos e, principalmente, Maquiavel. Assim sere1 possedvel entender o Leviate3 e colocar em seus devidos lugares os poderes constitucionais do Estado em que vivemos, com um executivo que administra, um legislativo que cria normas e um judicie1rio que diz da aplicae7e3o das leis.Em concluse3o, o Estado e9 maior que um partido poledtico e uma filosofia poledtica. O Estado existe em fune7e3o da Nae7e3o, mas, hoje em dia, vemos que o povo sf3 serve como ferramenta para eleger os representantes dos grupos mais “espertos”, sacerdotes do deus Leviate3, que je1 ne3o se3o mandate1rios dos poderes outorgados pelo povo, a verdadeira esseancia do Estado. A efice1cia sere1 pura consequeancia de boa aplicae7e3o da c9tica.Abrae7osLuiz RamosPS. Continue sempre com sua pesquisa e sua meritf3ria busca de conhecimento.

2012-12-20  Estou contigo nessa ide9ia de que o imnttrapoe e9 pensar na melhoria dessa realidade de agora, desse momento historico.Mas me diga uma coisa. Vocea consegue pensar em melhoria sem que exista uma escalada em que num sentido seja melhor e no outro seja pior? Eu ainda ne3o consigo. Acreditar em mudane7a que leve e0 melhoria e9 acreditar no progresso, num sentido bem prf3ximo do aureliano.c9 nesse sentido que eu abrae7o a ide9ia de que exista um caminho mais prf3ximo do que e9 certo. Mesmo que a gente ainda ne3o o enxergue com clareza.Talvez me falte reflexe3o, mas eu acho que a improdutividade pode acontecer nas duas vertentes, dependendo do interesse:He1 cientistas que buscam verdades para satisfazer uma sede intelectual de conhecimento, sem falar nos que fazem grandes descobertas para lane7ar mais creme na indfastria de cosme9ticos.Por outro lado, tenho achado a proposta da filosofia contempore2nea, de sujeitos como Richard Rorty, poliff4nica e inerte. Ne3o se pode fundamentar o conhecimento, quem dire1 poledticas. Cada um fala o quer, todos batem palma e nada muda.Por fim, no meu sonho possedvel, troco a descoberta de novas gale1xias pela descoberta de uma receita de capim tiririca com pedra, que acabe com o problema da fome. Troco a poliff4nia improdutiva e inste1vel, pela execue7e3o verdadeira de uma ide9ia batida e demodea como a da fraternidade ou a da igualdade. Pena que ne3o e9 assim te3o fe1cil! rsForte abrae7o!

2012-10-05  Juanlu, he editado y cogrerido tu cf3digo porque no compilaba. Tu idea es buena aunque algo imprecisa. Su descomponemos en parte real y parte imaginaria entonces de modo que es constante. Ahora aplicamos la regla de la cadena para obtenerImponiendo ahora las condiciones de Cauchy-Riemann resultaTenemos un sistema homoge9neo de ecuaciones lineales cuyo determinante es y por lo tanto la fanica solucif3n es trivial, es decir, de donde se deduce que es constante. Como es constante, se sigue que tambie9n es constante.


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